quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Para roubar um coração...

Por Luís Fernando Veríssimo

"Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto, não se alcança o coração de alguém com pressa.
Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado.
Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente.
Conquistar um coração de verdade dá trabalho, requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança.
É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade.
Para se conquistar um coração definitivamente tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos.
Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes, que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago.
...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele, vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco.
Uma metade de alguém que será guiada por nós e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração.
Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria.
Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que?
Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós.
Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava.
... e é assim que se rouba um coração, fácil não?
Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade, a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então!
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples...
é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você."

Beijos no coração
Namastê

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Arnaldo Jabor

Acho Arnaldo Jabor um espetáculo, quem dera eu um dia escrever como esse homem...


"As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação.
A verdade em que você acredita determina seu caráter.
A reputação é o que acham que você é.
O caráter é o que você realmente é...
A reputação é o que você tem quando chega a uma comunidade nova.
O caráter é o que você tem quando vai embora...
A reputação é feita em um momento.
O caráter é construído em uma vida inteira...
A reputação torna você rico ou pobre.
O caráter torna você feliz ou infeliz...
A reputação é o que os homens dizem de você junto à sua sepultura.
O caráter é o que os anjos dizem de você diante de Deus."


Beijos no coração!
Namastê

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Tudo depende de mim...

por Charles Chaplin

“Hoje levantei pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.
É minha função escolher que tipo de dia terei hoje.
Posso reclamar que está chovendo ou agradecer as águas por levarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saírem como planejei, posso ficar feliz por ter o hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente, esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar a forma. Tudo depende de mim...”


Beijos no coração!
Namastê

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A força dentro de nós...

Usando a determinação que todos temos em abundância dentro de cada um. Com a fé que possuímos e nem temos idéia da quantidade que habita em nós. Com a certeza que somos iluminados e possuímos inteligência e capacidade de arrancar forças do fundo de nossa alma, tornando possível a libertação dos problemas que parecem não ter fim.
Tudo tem a sua marca.
Tudo tem o seu toque, então o problema é seu, é você quem deve resolvê-lo.
Não fique esperando piedade de ninguém, você não precisa da pena de ninguém.
Tudo o que você precisa agora é determinação, é sair do lugar comum, é
partir para a vitória.

Para chegar a vitória, não coloque obstáculos, não aceite palavras de
desânimo. Não aceite menos da vida, queira o máximo!

Descruze os braços e faça seu jogo: a roleta da vida vai girar agora. Seu
número de sorte se chama trabalho.
Trabalhe sem medo, com a força de quem precisa vencer. Nenhuma pedra será
tão grande que não poderá ser removida.
Acredite; a diferença entre a miséria e a riqueza está apenas á um passo de
qualquer pessoa que determine a mudança e partir com fé e força na busca dos
objetivos.
Você ainda vai ficar de braços cruzados e na lamentação?
Espero que não.
O momento da virada chegou!
A Força habita em você...

Beijos no coração!
Namastê

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Tudo o que hoje preciso realmente saber, aprendi no jardim de infância!

por Pedro Bial

 

Tudo o  que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância.


A sabedoria não se encontrava  no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia. 


Estas são as coisas que aprendi:


1.  Compartilhe  tudo

2.  Jogue  dentro das regras

3.  Não Bata  nos outros

4.  Coloque as  coisas de Volta onde pegou

5.  Arrume sua  bagunça

6.  Não pegue  as coisas dos outros

7.  Peça  desculpas quando machucar alguém

8.  Lave as  mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar

9.  Dê  descarga (esse é importante)

10.  Biscoitos  quentinhos e leite fazem bem para você

11.  Respeite o  outro

12.  Leve uma  vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... Desenhe... Pinte... Cante... Dance... Brinque... Trabalhe um pouco todos os dias!

13.  Tire uma  soneca a tarde (isso é muito bom)

14.  Quando sair, cuidado com os carros

15.  Dê a mão e  fique junto

16.  Repare nas  maravilhas da vida

17.  O peixinho  dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no  copinho plástico, todos morrem... nós também

 

Pegue  qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados  e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu  mundo e vai ver como ele é verdadeiro claro e firme.


Pense como o mundo  seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite  todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca.


Ou se todos os  governos tivessem como regra básica devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.

Ao sair para o mundo  é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos.

 

É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de  razão.

 

 

Beijos no coração!

Namastê!

 

 

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Mudanças...necessárias...

Mudanças não significam fragilidade de caráter. É preciso ter uma certa flexibilidade para evoluir e se divertir com a vida. Mais ainda: essa flexibilidade é fundamental para manter a nossa integridade

Uma amiga minha vive dizendo que odeia amarelo, que prefere tomar cianureto a usar uma roupa amarela. Quem a conhece já a ouviu dizer isso mil vezes, inclusive seu namorado. Pois uns dias atrás ela me contou que esse seu namorado chegou em sua casa e, mesmo os dois estando a uma semana sem se ver, brigaram nos primeiros cinco minutos de conversa e ele foi embora. "Mas o que aconteceu?" perguntei. "Eu sei lá", me respondeu ela. "Estávamos morrendo de saudades um do outro, mas começamos a discutir por causa de uma bobagem". Eu: "Que bobagem?". Então ela me disse: "Você não vai acreditar, mas ele ficou desconcertado por eu estar usando uma camiseta amarela".

Ora, ora. Era a oportunidade para eu utilizar meus dons de psicóloga de fundo de quintal. Perguntei para minha amiga: "Quer saber o que eu acho?". A irresponsável respondeu: "Quero". Mal sabia ela que eu recém havia assistido a uma palestra sobre as armadilhas da tão prestigiada estabilidade. Arregacei as mangas e mandei ver.

Você está namorando o cara há pouco tempo. Sabemos como funcionam esses primeiros encontros. Cada um vai fornecendo informações para o outro: eu adoro rock, eu tenho alergia a frutos do mar, tenho um irmão com quem não me dou bem, prefiro campo em vez de praia, não gosto de teatro, jamais vou ter uma moto, não uso roupa amarela. A gente então vai guardando cada uma dessas frases num baú imaginário, como se fosse um pequeno tesouro. São os dados secretos de um novo alguém que acaba de entrar em nossa vida. Assim vamos construindo a relação com certa intimidade e segurança, até que um belo dia nosso amor propaga as maravilhas de uma peça de teatro que acabou de assistir, ou sugere 20 dias de férias numa praia deserta, ou usa uma roupa amarela. Pô, como é que dá pra confiar numa criatura dessas?

Pois dá. Aliás, é mais confiável uma criatura dessas do que aquela que se algemou em meia dúzia de "verdades" inabaláveis, que não muda jamais de opinião, que registrou em cartório sua lista de aversões. Vale para essas bobagens de roupa amarela e praia deserta, e vale também para coisas mais sérias, como posicionamentos sobre o amor e o trabalho. Mudanças não significam fragilidade de caráter. É preciso ter uma certa flexibilidade para evoluir e se divertir com a vida. Mas ainda: essa flexibilidade é fundamental para manter nossa integridade, por mais contraditório que pareça. Me vieram agora à mente os altos edifícios que são construídos em cidades propensas a terremotos, que mantêm em sua estrutura um componente que permite que eles se movam durante o abalo. Um edifício que balança! Com que propósito? Justamente para não vir abaixo. Se ele não se flexibilizar, a estrutura pode ruir.

O fato de transgredirmos nossas próprias regras só demonstra que estamos conscientes de que a cada dia aprendemos um pouco mais, ou desaprendemos um pouco mais, o que também é amadurecer. Não estamos congelados em vida. Podemos mudar de idéia, podemos nos reapresentar ao mundo, podemos nos olhar no espelho de manhã e dizer: bom dia, muito prazer. Ninguém precisa ficar desconcertado diante de alguém que se desconstrói às vezes.

Eu também não gosto de roupa amarela. Quem abrir meu armário vai encontrar basicamente peças brancas, pretas, cinzas e em algumas tonalidades de verde. No entanto, hoje de manhã saí com um casaco amarelo canário! Tenho há mais de 10 anos e quase nunca usei. Pois hoje saí com ele para dar uma volta e retornei para casa sendo a mesmíssima pessoa, apenas um pouco mais alegre por ter me sentido diferente de mim mesma, o que é vital uma vez ao dia.

Beijos no coração!
Namastê

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Nossa vida muitas vezes é assim!!!!!!









Mal sabemos o quanto ele suportou, suporta e suportará por nós...
Não deixe de tentar descobrir um pouco mais sobre Ele, que te tira de tantas...
Não deixe de bater um papo com Ele...
Não deixe de agradecer...
Ele esta aí...
Com você...

Beijos no coração!
Namastê!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Limites

 
Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida?
Nenhum.
O limite é você quem impõe.
Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos.

Veja que as grandes realizações do nosso século, acontecerem quando alguém resolveu vencer o impossível.

Nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens pelo mar, mesmo estando cansado de ouvir que o mar acabava e estava cheio de monstros terríveis.

Santos Dummont, foi taxado de louco tantas vezes que nem mais ligava para os comentários até fazer subir seu 14 Bis.

Ford foi ignorado por banqueiros e poderosos que não acreditavam em carros em série.

Desistir de nossos projetos ou aceitar palpites infelizes em nossas vidas é mais fácil do que lutar por eles.

Renunciar, chorar, aceitar a derrota é mais simples pelo simples fato de que não nos obriga ao trabalho e ser feliz, dá trabalho.

Ser feliz é questão de persistência, de lutas diárias, de encantos e desencantos, quantas pessoas ainda passaram pela sua vida e te magoaram? Centenas.

Quantos passarão pela sua vida só para roubar tua energia? Centenas.

Quantos estarão preocupados com você? Outras centenas.

A questão é como você vai encarar essas situações, como ficarão seus projetos. Eles resistirão?

O objetivo você já tem: ser feliz!

Como alcançar você já sabe: lutando!

Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser.

Lembre-se: não há limites para sonhar, não se limite, vá à luta!

O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou!

Texto de Paulo Roberto Gaefke. 

 

Beijos no coração!

Namastê!!!!!!!
 
Instante do dia............ DE SACO CHEIO DAS COISAS, TO NO MEU LIMITE! 

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Felicidade ou osso?

Amor de mulher e homem...de pais e filhos ...amor de amigo ...


Por Wagner Borges


Falando das relações afetivas, na lata!


Alguém perguntou: Por que amar machuca tanto?

E um dos espíritos da Cia. do Amor respondeu, na lata:

"Não, não é o amor que machuca.

O que fere são as espetadas emocionais.

Sabe aquelas farpas projetadas pelo ego?

Pois é, sua dor vem daí.

A coisa é mais simples do que você imagina.

Tire os espinhos e se acerte consigo mesmo.

Isso independe dos outros, é com você mesmo.

O amor não pressiona; liberta e preenche o espírito.

O que faz pressão são as emoções mal-resolvidas.

E como as pessoas se agarram nelas!

Como isso é possível? Elas não pensam?

Elas não percebem o preço que pagam no coração?

São capazes de se rebaixar, mas não largam o osso!

Fazem qualquer negócio para se agarrar emocionalmente.

Contudo, não têm motivação para vencer o apego.

Também pudera! Gastam toda a energia segurando o osso.

Uma hora é uma relação que termina (ou que machuca).

Outra hora é um parente que descasca e se manda para o Astral.

Em outro momento, é a briga com um amigo ou com um filho.

Ou seja, é carga emocional o tempo inteiro.

E as pessoas não se dão conta de que precisam trabalhar isso?

Não percebem o veneno que injetam em si mesmos?

E, quando alguém fala nisso, elas ainda se aborrecem.

No entanto, o problema delas afeta os outros também.

 

Amigos verdadeiros sofrem quando os amigos sofrem.

Gostariam de ver o amigo feliz, não roendo osso.

E o amor é muito legal, faz bem e renova as energias.

E aí está o problema: se machuca, não é amor.

O que existe, na maioria dos casos, é uma forte carga emocional.

E isso aperta o coração e machuca muito. Dói mesmo!

Mas poderia ser diferente. Essas emoções poderiam ser trabalhadas.

Poderia haver discernimento e serenidade, se houvesse vontade de crescer.

Poderia haver mais brilho nos olhos e mais alegria nas relações.

Sem sufoco, sem danação, sem remoques, sem peso, só sentimento legal.

Não há receitas para isso. O lance todo é de discernimento e consciência.

Faz muito mal não ser feliz! É feio fechar o bico e fazer birra. É danação em vida. Como é que as pessoas agüentam ficar assim? Vai gostar de osso assim lá longe...

Se a pessoa se aprofundar, notará que o vulcão emocional é dentro dela mesma.

As erupções de raiva e mal-humor vêm da pressão que ela tem dentro.

Simbolicamente falando, as emoções pesadas são semelhantes ao magma.

Sempre procuram um ponto de desafogo para liberar a pressão, de dentro para fora. E aí a coisa pega: é que isso racha o solo do coração e expele cinzas em torno.

Como resultado disso, a luz do sol do discernimento não passa, e a pessoa só vê osso. Se isso é assim, por que será que as pessoas não se previnem com esses vulcões emocionais?

Se o magma/emoções queima forte, por que se permite tal pressão em si mesmo?

Por que as pessoas não questionam essas coisas, em lugar de roer osso?

Será que não notaram que reencarnaram na Terra para trabalhar isso, as relações humanas?

Não perceberam que enquanto não se motivarem para algo melhor, o lance ficará pesado?

Ou será que muitas gostam daqueles joguinhos emocionais de briguinhas e
remoques? Talvez seja isso: as pessoas se acostumaram com o peso e agora
não vivem sem ele.

O que é rebaixamento afetivo parece ser o normal. O osso parece um
banquete.

E se alguém se atreve a falar nisso, danou-se! E aí, só dá osso novamente.

Por isso, a resposta à sua pergunta é apenas essa: amor não machuca!

O que machuca é o rebaixamento afetivo e a falta de consciência.

O que fere são as lascas do osso, de difícil digestão. E elas também ferem
a boca.

Não há uma solução única para os trancos emocionais, cada um é de um jeito.

Mas, falar disso e chamar sua atenção para o fato, já é uma forma de fazer
a "ficha cair".

O resto é com você mesmo. Afinal, o osso é seu".

 

PS:

"O amor é um banquete.

Osso ou banquete?

O que vai ser desta vez?

Felicidade ou vulcão?

Serenidade ou danação?

A bola está com você.

O lance é seu, a jogada é sua.

E o coração é o seu.

Vai rolar a pelota direitinho?

Ou vai dar de canela e perder o gol?

O campo de jogo é em você mesmo.

Por favor, jogue boas partidas.

Seja craque, pelo amor de Deus.

E seja feliz, de toda maneira.

A copa vem aí.

É hora de levantar o troféu do amor.

Dane-se o osso!

Seja feliz."


Beijos no coração

Namastê